segunda-feira, 19 de março de 2012

Cinco licenças quase poéticas (parte 2) ou Renato Russo faz uma falta infernal


1) Quando o sol bater na janela do teu quarto, vê se não posta isso no facebook.

2) Somos o futuro da nação, mas o futuro não é mais como era antigamente.

3) Sei que às vezes uso palavras repetidas, mas é que sexo verbal não faz meu estilo.

4) Depois de vinte anos na escola não é difícil aprender que sem o google não dá mais pra viver.

5) É muita festa estranha com gente esquisita pra pouca pulseira vip.

domingo, 18 de março de 2012

Lágrima de sol


Eric som é esse que não se cala?
É teu voo sem escala
Sem fumacê
Sem nada

sexta-feira, 16 de março de 2012

Cinco pílulas rimadas (ou museu de grandes novidades no blog dos outros é refresco)


1) O fato de não guardar mágoa não deixa ninguém desmemoriado.

2) O bom do judeu é que já vem de pau cortado.

3) Nem todo arrojo é obra de arte.

4) Pedalar nu deve ferir as partes.

5) Urgente mesmo é olhar pra frente (de preferência sem muito alarde).

quinta-feira, 15 de março de 2012

Cinco reflexões que, de tão óbvias, merecem ser lembradas


1) Não importa o quão bem se dirija, todo mundo precisa de um co-piloto.

2) O pessimismo é uma das maiores bobagens inventadas pelo capital.

3) Por mais que não admita, o algoz queria mesmo era ficar bem na fita.

4) Se o ciúme é o tempero do amor, talvez seja a hora de fazer dieta.

5) Vistos de cima, temporais são só calmaria.

quarta-feira, 14 de março de 2012

Conta corrente


Se seu coração de crédito

Está em débito

É porque tá sobrando ladrão

Pra pouca ocasião

domingo, 11 de março de 2012

Cinco verdades que não usam Lancôme (nem Dior):


1) Olhando pra trás nenhuma rua é sem saída.

2) Ficar decadente não deixa de ser o presente do sobrevivente.

3) Quando o veneno é da lata, o antídoto é de litrão.

4) Se divertir com os errados enquanto não se acha o certo precisa ter limite.

5) Todo babaca tem a vida atribulada.

sexta-feira, 9 de março de 2012

Landscape


Entenda a espera

Como janela torta

Por onde se esvai

O que não mais te importa